quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Envernizamento no Cabelo


O envernizamento é mais uma arma contra o divórcio dos fios. Trata-se de uma hidratação profunda à base de fluídos de maçã, que acompanha aplicação de queratina. A mistura sela as cutículas capilares e, depois, os cabelos recebem um creme de polpa também de maçã. O trabalho termina com uma boa escova.

O tratamento não devolve apenas a saúde para os cabelos. Ele dá brilho, movimento e vitalidade, além de equilibrar o pH das madeixas. O envernizamento dos fios não modifica a estrutura inicial dos cabelos, portanto, não deve ser confundido com procedimentos adotados em salões de beleza com objetivo de alisar ou enrolar os fios.

A boa é que não existe contra-indicação. É um tratamento natural que pode ser feito em todos os tipos de cabelo. Mesmo aqueles já machucados com química, tintura, alisamento ou permanente podem fazer a envernização capilar.

Você não desgastou a relação com os cabelos em poucos minutos. Então, não ache que voltará às boas com suas madeixas em instantes. Dependendo de como estiver o cabelo, pode demorar um pouco para que se chegue ao resultado desejado. A resposta varia de acordo com a estrutura e o tamanho dos fios. Cabelos muito cacheados ou danificados podem levar de uma a duas horas para a total envernização.

O efeito fica nos cabelos por dois meses e pode ser repetido quantas vezes necessárias. O preço para você ficar novamente em lua-de-mel com os fios varia de acordo com o tamanho e o estágio de danificação.

Olhar no espelho e sentir que você é a única que existe na vida dos seus cabelos - e que ele não vai mais te trair mais com fatores externos - é o sonho conjugal de qualquer mulher.
Para maiores informações acesse meu site: www.lucianarosa.com.br
E acompanhe nosso vídeos no youtube: http://www.youtube.com/user/LucianaRosaHair?feature=chclk

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Dicas de Beleza - Verdades e mitos sobre a vitalidade dos cabelos

Confira, a seguir, o que pode ser verdade ou um simples mito em relação à beleza e vitalidade dos seus cabelos:

1- Lavar os cabelos todos os dias aumenta a queda. MITO - A lavagem pode fazer com que os fios que estão em fase de queda e vão cair de qualquer forma se desprendam mais facilmente.

2- Cortar regularmente evita queda. MITO - Manter o cabelo curto melhora o visual, mas não influencia na queda. O truque é que, na base, os fios são levemente mais espessos do que na ponta, por isso podem parecer temporariamente mais volumosos após o corte.

3- Alguns esportes danificam os cabelos. MITO - Atividades esportivas só trazem benefícios ao organismo, e não são uns gols de cabeça que vão mudar um destino cabeludo. Atletas que tiverem tendência à calvície ficarão calvos independentemente do esporte ou atividade física.

4- A caspa favorece a queda. MITO - Ela pode ser um sintoma paralelo da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica (oleosidade e descamação do couro cabeludo). A caspa também pode indicar um certo desequilíbrio do PH do couro cabeludo, causado por xampus mais agressivos, estresse e má alimentação.

5- A água do mar é boa para os cabelos oleosos. VERDADE - Desde que sem excessos, tanto a água do mar como o sol podem ajudar a diminuir a oleosidade, mas não interferem na queda.

6- Se o fio branco for arrancando, o outro nascerá preto. MITO - O cabelo fica branco quando as células próximas das raízes não conseguem fabricar o pigmento melanina, que dá cor aos fios. Em geral, é condição geneticamente determinada.

7- O cabelo cresce mais rápido no verão. VERDADE - O sol estimula a atividade de alguns hormônios, como a prolactina e a melatonina, que induzem o bulbo capilar a "trabalhar" mais, acelerando o crescimento dos fios.

8- O que leva à perda de cabelo é o excesso de testosterona; logo os carecas são mais potentes. MITO - Infelizmente para os calvos, a perda de cabelo não é provocada por um aumento na produção de hormônios masculinos, mas sim pela quantidade maior da enzima 5 alfa-redutase, que é determinada geneticamente e não tem nada a ver com virilidade.

Fontes: dermatologistas Leontina da Conceição Margarido (USP) e Francisco Le Voci (Albert Einstein); http://www1.folha.uol.com.br/folha/especia


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